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Como entender a normatividade da razão no contexto do pluralismo lógico?
(Marcos Silva, UFAL)


É fácil tomarmos a razão como uma autoridade e constatarmos que nós a obedecemos, ou ao menos, que devemos obedecê-la. Contudo, não é nada óbvio como podemos determinar o fundamento da autoridade que nos compele a obedecer à razão. Afinal, em virtude do que tomamos a razão como autoridade e nos vemos compelidos a obedecê-la? Qual é a natureza desta demanda por justificação? Em virtude do que nos sentimos coagidos pela razão em nossas práticas discursivas e inferenciais? Neste trabalho, visaremos desenvolver uma proposta filosófica pragmatista baseada em jogos, ou seja, práticas regradas, e em acordos públicos para compreender o fenômeno da racionalidade, em geral, e da necessidade lógica, em particular. O poder da razão pode ser vista como um poder de compelir alguém a aceitar uma conclusão a partir de outras asserções. Contudo, no contexto contemporâneo da pluralidade de lógicas alternativas o desafio da normatividade da lógica parece ficar ainda mais difícil: como algumas formas não-clássicas de raciocínio podem desempenhar o papel de compelir nossas práticas e inferências? Frege, em 1897, associa, seminalmente, a discussão sobre a natureza da lógica à discussão moral e à liberdade, quando afirma que "Logic has a closer affinity with ethics [than psychology]... Here, too, we can talk of justification, and here, too, this is not simply a matter of relating what actually took place or of showing that things had to happen as they did and not in any other way" (Posthumous Writings, p. 4). Neste trabalho, exploraremos a sugestão de que a lógica é mais próxima da ética que das ciências empíricas ao usarmos as noções de jogos e acordos práticos para a compreensão da objetividade e da racionalidade no horizonte do pluralismo lógico.

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